Tarde agradável, com vento fraco e sol, ideal para uma prova que se adivinhava interessante, já que tinha como novidade a alteração do traçado para o circuito C.
O troféu TMR tem como particularidade a alternância entre provas individuais e por equipas, sendo Leiria a pista escolhida para este último tipo de prova.
As equipas são sorteadas e por tal motivo, como calculam, formam-se equipas muito desequilibradas.
Para terem uma ideia, o meu parceiro é cerca de 3 a 4 segundos mais lento por volta, num circuito mais curto que o habitual neste kartódromo, até porque é dos mais pesados em pista.
Iniciada a qualificação para a grelha, consegui manter a pole position até à última volta, onde fui batido por 27 centésimos. Ainda assim, o 2º lugar na grelha era um óptimo resultado.
Como estratégia de corrida, decidimos que o meu companheiro faria a 1ª série, largando pois da grelha de partida.
Após a largada foi caindo de posição durante a 1ª volta, tendo ficado pelo 11º lugar, que estoicamente manteria até à 1ª troca.
Feita esta, cabia-me uma corrida de recuperação.
Para minha surpresa, o kart estava completamente alterado, fugindo muito de frente, com sucessivas escorregadelas, mas após 4 voltas acalmou, permitindo-me começar um ataque que me levaria ao 7º lugar.
Nova troca. O meu parceiro comete a proeza, mesmo com um pé lesionado e com dores, em manter o 7º lugar até à última mudança de turno.
Uma vez mais, tenho a responsabilidade de recuperar posições. Quer na fase anterior quer nesta, estava mais rápido que os outros pilotos, tendo inclusive obtido as 6 melhores voltas da prova e das 20 melhores, 16.
Continuo portanto a recuperar lugares e termino em 5º.
Penalizações por comportamento indevido de outra equipas, acabariam por nos colocar em 3º lugar.
Uma última palavra de agradecimento ao meu parceiro, com quem tive imenso prazer em fazer equipa.