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Logo a seguir à meta, apresenta-se uma ligeira chicane, sem problemas de maior, excepção feita ao momento da partida onde alguns pilotos se podem apresentar lado a lado e aí a necessitar alguma atenção.

A saída desta chicane obriga a um ligeiro alargar de trajectória para a esquerda para se fazer uma abordagem "confortável" à direita que se segue e que nestas condições pode ser feita a fundo nos 4 tempos e para quem tenha "alma e coração", nos 2 tempos também.

De imediato um ligeira descida com uma esquerda/direita ao fundo, iniciando uma subida para a zona interior do traçado. Trata-se de um ponto importante pois a perca de rendimento nesta subida irá comprometer a sequência que se segue, nomeadamente na abordagem da parabólica interior (uma esquerda) onde, mercê da eventual perda de rendimento anterior, se pode ser surpreendido com uma ultrapassagem pelo interior.

Esta parabólica é feita de pé em baixo, entrando numa pequena recta, logo seguida de uma direita com a saída num ligeiro S e chegada a fundo à "curva do poste".

Este ponto do traçado, é talvez o mais crítico, pois é uma esquerda muito fechada, a descer. Ponto também de ultrapassagem para os mais rápidos, que podem travar mais tarde, pelo interior... desde que tenham "kit de unhas".

Uma saída larga, vai impedir que a direita seguinte seja feita na trajectória ideal, fazendo com que se perca velocidade para a parabólica das boxes feita com duas direitas rapidissimas e chegada à esquerda antes da recta da meta a fundo.

Esta esquerda, não sendo propriamente dificíl, exige também uma abordagem correcta, porque feita demasiado larga, obriga a que a direita seguinte seja feita demasiado por fora e a entrada na recta da meta em menor velocidade, o que prejudicará claramente a velocidade de ponta aqui atingida.

E assim completamos uma volta.

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