Braga

Ao passarmos a recta da meta, ligeiramente a subir, já vamos a uma velocidade bastante elevada, apresentando-se de seguida uma ligeira direita que bem abordada é feita a fundo, mas para tal é preciso ter “alma e coração”!!!

Se por qualquer motivo não inserirmos bem a frente, rapidamente faremos “parte integrante” da escapatória...

Já em sentido descendente, segue-se uma pequena recta e no final desta, efectuamos uma das travagens mais fortes, seguindo-se uma direita de 150 graus, não sem antes ter vindo ao lado esquerdo buscar o máximo de ângulo de abordagem para a curva.

Poucos metros á frente deparamo-nos com uma esquerda que é feita em plena aceleração, mas é preciso inserir muito bem a frente por forma a não deixar deslizar o kart demasiado para a direita.

Avançamos para a zona dos SS, primeiro uma esquerda, seguida por uma direita em que por vezes “comemos “ um pouco do corretor, tanto na entrada, como posteriormente na saída da mesma.

Seguimos para uma ligeira recta e temos novamente uma esquerda de 180 graus, seguindo-se nova pequena recta, até chegarmos novamente a uma zona de SS, primeiro uma esquerda em que é normal subir-se um pouco o corrector, seguido de uma direita e entrando directamente numa parabólica que é já feita com o acelerador “esmagado” e entrando numa longa recta com declive negativo.

No final da recta temos a segunda travagem forte, a que se segue uma direita de 160 graus e posterior esquerda.

Por fim entramos na grande parabólica em que, já a boa velocidade, é preciso dosear o acelerador e com o kart num “derrapar” controlado vai-se alargando cada vez mais a trajectória indo até ao final do asfalto para poder aproveitar ao máximo o rendimento do motor.

Entramos na recta da meta e estamos prontos para mais uma volta...

Descrição gentilmente cedida pelo meu amigo Filipe Morais (Kartmen).
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