Quando a FIA publicou a lista de pilotos e respectivos números para 2008, uma vez mais se constactou a inexistência do nº13.
Em pleno século XXI, num mundo rodeado da mais impressionante tecnologia de ponta, esta superstição parece claramente deslocada
Mas terá sido sempre assim?
A história mostra que existiram excepções.
O carro do mexicano Moises Solana, com o nº13 apareceu no GP do México, em 1963, tendo-se qualificado em 11º apesar de uma falha no motor a 8 voltas do fim.
Solana voltaria a competir em mais 7 GP's mas nunca mais com o nº13.
Outra ocasião ocorreria em 1976, quando a inglesa Divina Galica tentou qualificar-se para o seu 1º GP em Brands Hatch, num Surtees-Ford nº13.
E apenas nestas breves ocasiões o 13 fez a sua aparição.
Será que irá permanecer ou aparecerá finalmente um piloto capaz de derrubar esta superstição de vez?
Informação adicional:
- Em Itália o 17 é considerado o número do azar.
- Alguns aviões da Alitalia não tem a fila 17 e alguns hotéis não tem o quarto 17.
- Na pista de Bobsleigh em Cesana, perto de Turin, a curva 17 é "Senza Nome" ou seja, não tem nome.
- Na China, Coreia e Japão é o nº 4 que é o do azar, pois tem uma sonoridade idêntica à palavra morte.
- Os Chineses vão mais longe e em muitos edifícios não existe o piso 4.
- Os carros com matrículas onde conste o 4 não se vendem.
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